HOMENAGEM AO DIA DOS PAIS - O DOM DE SER PAI
Ser pai é um grande dom, um presente que o homem recebe de quem o ama incondicionalmente, mas também é uma grande responsabilidade.
Ser pai não significa apenas gerar a vida biológica, mas participar da geração dessa vida, assumir e acompanhá-la paulatinamente.
É assumir as três dimensões do novo ser: a física, a afetiva e a espiritual.
Pai, no pleno sentido da palavra, é aquele que realmente assume o compromisso com essas três dimensões da vida.
Imagino a alegria e a emoção de um homem ao trazer para o mundo um ser que é outro e que ao mesmo tempo é parte dele, tornar-se conscientemente comunicador da vida, ser colaborador para que alguém passe a participar do banquete da vida.
Imagino a alegria e a emoção de um homem em poder tomar nos braços um ser humano que carrega as suas características, o seu DNA, de poder dizer que aquele ser é seu filho, que ele o gerou, é carne de sua carne, sangue do seu sangue, vida da sua vida; em poder acariciar e beijar o fruto de seu amor e de sua vocação, aquele que vai prolongar sua existência no tempo, o seu sucessor nas características, no segmento da família e, quem sabe, até em sua profissão.
Ser pai é uma missão, por isso não deveria acontecer por acaso, sem planejamento, mas ser uma escolha, uma decisão; deveria fazer parte do projeto de vida de um casal.
Ser pai supõe preparo, consciência, responsabilidade e, sobretudo, muito amor, pois se trata de uma nova vida que vai exigir presença, atenção, carinho, paciência e firmeza.
Ser pai exige aprendizado, pois trazer um filho ao mundo é muito mais que adquirir um livro.
É como adquirir uma biblioteca inestimável de riquezas, surpresas, segredos e, acima de tudo, de valores.
Ser pai é entrar na escola de delicadeza, da busca, do aperfeiçoamento de sentimentos.
É enfrentar os desafios das surpresas, o encanto da novidade permanente e do deslumbramento inesperado; é voltar a aprender a simplicidade; é tornar o coração doce e sensível, aguçar a mente e assumir a postura de aprendiz.
É enfrentar os desafios das surpresas, o encanto da novidade permanente e do deslumbramento inesperado; é voltar a aprender a simplicidade; é tornar o coração doce e sensível, aguçar a mente e assumir a postura de aprendiz.
Ser pai é acrescentar uma nova dimensão de relacionamento para si, mas é proporcionar uma revolução de novas relações, pois criam-se os avós, os tios, os sobrinhos e primos.
Não é apenas um fato isolado de alguém, uma vez que acarreta profundas mudanças na família e na sociedade.
Não é apenas um fato isolado de alguém, uma vez que acarreta profundas mudanças na família e na sociedade.
É, pois, um fato social.
Ser pai é gozar dias de felicidades, de glórias e de encantos, com as proezas, com as descobertas, com o sucesso dos filhos; porém, é também viver noites de espera, de dúvidas e até de pesadelos em função das doenças, das dificuldades no modo de educar ou dos problemas de relacionamento, mesmo assim nada anula a beleza e a alegria de tão nobre experiência.
Enfim, ser pai responsável, consciente, mestre da vida, ponto de referência e fonte inspiradora de amor, vale a pena, pois é uma tarefa que engrandece o homem e o diferencia, fazendo nobre e grande a sua missão!
Parabéns a todos os pais, com meu abraço e admiração.
FONTE TEXTO: http://www.pexiko.com.br
Quando o sol ainda não havia cessado seu brilho,
Quando a tarde engolia aos poucos as cores do dia
E despejava sobre a terra os primeiros retalhos de sombra,
Eu vi que Deus veio assentar-se perto do fogão de lenha da minha casa.
Chegou sem alarde, retirou o chapéu da cabeça
E buscou um copo de água no pote de barro
Que ficava num lugar de sombra constante.
Ele tinha feições de homem feliz, realizado
Parecia imerso na alegria que é própria de quem cumpriu a sina do dia
E que agora recolhe a alegria cotidiana que lhe cabe.
Eu o olhava e pensava:
Como é bom ter Deus dentro de casa!
Como é bom chegar a essa hora da vida
Em que tenho direito de ter um Deus só pra mim.
Cair nos seus braços, bagunçar-lhe os cabelos,
Puxar a caneta do seu bolso
E pedir que ele desenhasse um relógio
Bem bonito no meu braço
Mas aquele homem não era Deus,
Aquele homem era meu pai
E foi assim que eu descobri
Que meu pai com o seu jeito finito de ser Deus
Revela-me Deus com seu
Jeito infinito de ser homem.
(Pe. Fábio de Melo)
Quando a tarde engolia aos poucos as cores do dia
E despejava sobre a terra os primeiros retalhos de sombra,
Eu vi que Deus veio assentar-se perto do fogão de lenha da minha casa.
Chegou sem alarde, retirou o chapéu da cabeça
E buscou um copo de água no pote de barro
Que ficava num lugar de sombra constante.
Ele tinha feições de homem feliz, realizado
Parecia imerso na alegria que é própria de quem cumpriu a sina do dia
E que agora recolhe a alegria cotidiana que lhe cabe.
Eu o olhava e pensava:
Como é bom ter Deus dentro de casa!
Como é bom chegar a essa hora da vida
Em que tenho direito de ter um Deus só pra mim.
Cair nos seus braços, bagunçar-lhe os cabelos,
Puxar a caneta do seu bolso
E pedir que ele desenhasse um relógio
Bem bonito no meu braço
Mas aquele homem não era Deus,
Aquele homem era meu pai
E foi assim que eu descobri
Que meu pai com o seu jeito finito de ser Deus
Revela-me Deus com seu
Jeito infinito de ser homem.
(Pe. Fábio de Melo)
ORGANIZADO POR TATIANO RIBEIRO DOS SANTOS - COMUNICADOR RCC – BOM JESUS –PI
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